
Marcão Analisa Derrota do Fluminense e Justifica Opções Táticas em Coletiva Após Jogo contra Atlético
De acordo com o vídeo publicado pelo canal Raiz Tricolor:
- Fluminense sofreu uma derrota em Belo Horizonte, e Marcão, o técnico, fez declarações importantes na coletiva pós-jogo.
- Marcão demonstrou uma postura diferente, mais aberta e sincera em suas respostas, comparado a coletivas anteriores.
- Analisando a partida, Marcão destacou que o primeiro tempo foi equilibrado, mas o Atlético teve um volume maior no segundo tempo, o que levou à derrota do Fluminense.
- Ele explicou que a escolha de jogadores para a partida foi estratégica, citando o zagueiro Freitas, que teve falhas importantes, e comparou sua performance com a de James.
- Sobre o jogador Riquelme, Marcão comentou que a escolha de não escalá-lo é baseada no desempenho nos treinos; ele fez boas entradas anteriormente e deverá ter mais minutos se continuar se destacando.
- A comunicação do Fluminense foi criticada, pois os jogadores não apareceram para a zona mista após a partida, desrespeitando as regras da CBF que exigem entrevistas pós-jogo.
- Foi feita uma entrevista com Jorge Fideles, pai do jogador Fideles, que comentou sobre a trajetória do filho e a relação entre os jogadores da base do Fluminense.
- O moderador expressou esperança de que a derrota não se torne um ponto de virada negativo na temporada, comparando com eventos passados que tiveram impacto no time.
Assista ao vídeo 🚨MARCÃO MANDOU A REAL SOBRE RIQUELME E FREYTES! | ANÁLISE CORRETA? | ENTREVISTEI O PAI DO FIDELIS!.
Transcrição do vídeo
Derrota do Fluminense aqui em BH e a gente repercute as principais falas. Teve fala interessante do Marcão na coletiva e eu tenho meia culpa para fazer aqui, tá? Teve fala ou teve sementrevista do Igor Rabelo e teve uma entrevista muito legal que a gente fez com o pai do Fideles, aproveitando ali uma oportunidade na saída do jogo, tá? Se inscreve aqui no canal, dá aquele like. Eh, tô com o microfone do Jornada até em comemoração ao Jornada. Tá completando 200 jogos desde que a gente começou o jornada, né, dezembro de 2023. E todos os 200 jogos do jornada foram feitos eh em loco no estádio. Uma maluquícia que a gente tem e que a gente comemora muito, né, nesse ponto. Eh, vamos lá, cara. Eh, falando agora pro Raí Tricolor, né, mas com o microfone do jornada, a gente começa aqui, cara, esse pós jogo, eh, falando sobre um, uma declaração do Marcão. Eu, eu tenho que dar o braço a torcer. Não sei se é o braço a torcer, porque eu não não remei contra Maré nesse ponto, não, mas ia fazer um meia culpa aqui. Quando o Marcão entrou no lugar do Zube dia, eu cheguei a brincar algumas vezes e era uma piada entre a gente, os jornalistas de que os coletivos do Marcão eram fadões, que ele só falava a mesma coisa. É, hoje encaixou, hoje não encaixou, pô, Cerninha deu tudo, deixou tudo em campo, a garotada, etc. Era as mesmas coisas. E de fato é um Marcão diferente, tá? O Marcão 2026 é bem diferente do que a gente viu em 2024, 2023 os últimos e aliás 23, não, 2024 e 22 últimos dois anos que ele assumiu o time do Fluminense. Óbvio, não assumiu por muito tempo nesses nesses anos, mas as coletivas do Marcão eram muito repetitivas, não se aprofundavam em nada. E ele tá bem diferente, cara. tá tá respondendo tudo que é perguntado e hoje para mim foi a prova dos nove. Ele foi, né, num jogo ruim do Fluminense, numa derrota, a primeira derrota do Marcão nesse, nessa nessa vez, né, que ele tá assumindo o Fluminense. E o Marcão foi bem sincero e respondeu muita coisa. Eu vou botar eh a resposta, duas respostas do Marcão. Primeiro, uma dele falando a análise dele do jogo, que eu achei muito interessante, e depois eh a pergunta que eu fiz sobre Riquelme Freit numa sinceridade gigantesca, cara. Olha só aí a resposta, eu volto aqui para comentar. >> Eh, boa noite. Eh, o jogo tava tava igual, um jogo controlado, um primeiro tempo eh da maneira que a gente imaginou. eh organizado. Só que no segundo tempo a equipe do Atlético veio com um volume muito grande por dentro. Foi na hora que a gente pensou em colocar mais um homem por dentro para tirar essas ações do do Atlético que realmente ali por dentro ele ele tava muito bem, tava forte. Foi justamente esse movimento que a gente fez na parada, na troca, não deu nem tempo de de nossa organizar a nossa equipe nesse sentido. Foi o momento do gol. Em 5 minutos, praticamente decid decidiu que o nosso plano de jogo que a gente tava pensando numa situação que tava 0 a 0 e depois tivemos que repensar de novo depois do gol para tentar diminuir o volume do Atlético e diminuir o placar. Mas foi basicamente isso, um jogo que tava controlado no primeiro tempo. Segundo tempo a gente tentou organizar a equipe nesse nessa hora, nesse momento que o Atlético teve mais volume. Aí foi justamente na hora que sofremos esses dois gols seguidos e tirou a gente um pouco da partida. O Atlético fez o terceiro, tentamos ainda organizar um pouquinho depois, controlar um jogo, fizemos algumas mudanças para ter o controle final do jogo. sobre o Freitas. Eh, hoje você escolheu ele, você tinha o James, que já jogou durante muito tempo pro lado esquerdo também, e o Freitas era um cara que era titular absoluto com Zelia e a impressão que fica que ele foi caindo, caindo, caindo, caindo, caindo, caindo e hoje, mesmo sendo talvez a quinta opção, ele falhou no gol e passa a impressão de que a torcida não confia mais nele. Qual que é a visão que você tem sobre o Freitas e sobre o Riquelme? Eh, quando o meu dia sai, a impressão é que o torcedor que vai ver mais o Riquelme em campo. Hoje vi o Savarino vem vendo o Soteudo direto e vi o Riquelme durante um curto espaço de tempo e querendo muito o jogo. Por que o Riquelme tem tão poucos minutos? Segue tendo tão poucos minutos. Não, na verdade o plano de jogo, assim, pelo que a gente viu do Atlético, eu precisava de um jogador ali com a perna esquerda, por isso que a escolha com com Juan, a saída ali do pé esquerdo, por conta da pressão do Atlético, eh a gente não podia deixar um jogador com pé direito ali pelo que a gente planejou em relação ao jogo que o o Atlético [roncando] tinha feito de pressão. Por isso a nossa nossa escolha. Acho que são jogadores que estavam treinando, estavam iguais. É lógico que a gente quer que que entre e faça da melhor maneira que que a gente planejou no jogo. Infelizmente ele foi o jogador direto na situação do gol, responsável direto, mas a responsabilidade é toda nossa, toda ela dividida. Eh, e assim, por isso a nossa escolha e sobre o Riquelm, eu falo que o campo diz muito, né? O campo, o treino, o dia a dia fala muito em si. Eu acho que eu tenho que ser muito muito justo na nas minhas escolhas. A gente vê analisa, treino de semana, dia a dia, comportamento. Aí eu tenho que respeitar as ações de campo e ações coletiva e um pouco acima em cima do que eu acho também de jogo. Ele teve oportunidade já com Remon, entrou e foi muito bem. Hoje também Relme foi muito bem e o campo diz muita coisa e dessa forma, dessa maneira que ele entrou, pô, certamente ele ele vai ter outras oportunidades, vai ter mais minutagem, que ele permaneça assim concentrado e focado durante as partidas, durante o treinamento e do jeito que ele tem feito. Eh, sobre a última resposta, né, a sobrequel Freitas, eu que era talvez mais espinhosa, né, para o Marcão responder, eu gostei muito da resposta dele, porque existe uma linha que é muito, muito, muito, muito fininha entre o Mano Menezes, eh, que que seria o Mano Menezes, que é aquele cara que senta na entrevista e fala bem assim: "Ah, o jogador tá mal porque não tá correndo, né? se tivesse mais magro e tivesse treinando de verdade, estaria jogando bem, que é esse extremo que talvez a torcida vai adorar. As coletivas do Mano Menires, eram ótimas, pensando como jornalista e como torcedor, mas internamente isso claramente tem um prazo de validade que se esgota muito rápido. E uma outra que é, por exemplo, do Dinis, que senta na mesa da coletiva para poder defender o jogador de qualquer coisa que que seja. Também com a torcida acaba tendo prazo de validade também. O Marcão tem consegue ficar nessa linha. Eu acho que quando ele fala do Freitas, ele explica muito sinceramente, fala: "Olha, entre o Freitas e o James, hoje eu precisava de um zagueiro que me desse saída com perna esquerda. E é muito interessante ele falar isso. Não sei se ele teve a perspicácia de pensar nisso, né? E o principal erro do Freitas no jogo, porque eu acho que o Freitas falha no primeiro gol também, tá? Mas o principal erro dele, que é o segundo gol, é ele cortando para dentro. Se fosse para ter um zagueiro canhoto cortando para dentro, deixava um destro, né? A jogada do Freitas era no corredor. Eh, e sobre o Rickelme para mim é a resposta perfeita do Marcão. Ele deixa muito claro e e assim não é nem uma um ponto assim. Então, não, Relma entrou bem, entrou bem contra o Remo. Com um minuto deu assistência, nem um minuto, né? O primeiro toque na bola literalmente. E só que tem um motivo pro Riquel não tá jogando. Marcão não é cego. Marcão não é um um sabotador do trabalho dele mesmo. E ele deixa claro. E o torcedor eu acho que quer saber disso também. Acho que o torcedor quer, meu amigo, quer que o cara que esteja jogando bem jogue, mas quer também que o cara que não esteja de sacanagem, etc. também que seja esse a jogar. E eu acho que ele ele consegue passar bem ali no meio termo entre destacar positivo do Riquel, que é um moleque que tá entrando bem, que tá tendo as chances que tá tendo, tá aproveitando dentro de campo, jogar, deixar a torcida informada de que olha, ele não tá treinando bem, o dia a dia não tá funcionando tanto e sinalizar também para o próprio Riquelm, se ele treinar do jeito que ele tá jogando, no dia a dia dele melhorar, ele vai ter chance e vai render. Para mim a resposta é perfeita. que o Marcão não queima o moleque. E a gente fala isso aqui por várias vezes, o quanto que forçam para queimar os jogadores da base. Por outro lado, o Marcão também não fica passando a a a mão e insistindo em jogador que pode se tornar problema para ele mesmo. Acho perfeita a resposta do Marcão. É bem depois do jogo, né? A gente tem aqui aqui na Arena MRV tem zona mista de verdade, né? Não é igual no Maracanã a gente vê os jogadores passando, porém por uma decisão do da assessoria do Fluminense, os jogadores saíram para uma outra saída escondida e não passaram pela área onde estavam os jornalistas. Só quem passou foi o Hugo Rabelo, que acho que saiu para trocar alguma coisa ali com no vestiário do Atlético Mineiro. E aí, cara, na hora que o Igor Rabelo ia falar, a assessoria impediu o Igor Rabelo de dar entrevista. Vê aí com seus próprios olários a situação patética que aconteceu. >> Passa muito. O Aranda passa muito. >> Então >> os jogadores estão saindo aqui por um lugar simplesmente botar os jogadores para sair por um lugar diferente e não passarem pela zona mista. Tá. >> Ah, >> a zona mista é aqui. >> Uma medida. >> É, mas eu vou aproveitar que o I passando aqui. >> É, mas saíram por outra saída do vestiário. Eu vou aproveitar que o Igor Rabelo tá saindo por aqui pela zona mista e vamos ver se o Igor Rabelo para aqui para poder falar. Ô Igor, dá uma palavrinha aqui com a gente. Vai falar aqui o Igorelo vai falar para para mais perto, né? Por causa do barulho do ônibus. Primeiro, vou atrapalhar vocês. >> Falou para não falar, né? >> Acima de mim lá. Tá, desculpa. >> Tá show. Então, show, estamos junto. Valeu, Igor. Bom retorno aí. A assessoria apareceu e mandou o Igor Rabelo não dar entrevista, tá? Um minuto. Ele faz, >> foi bem educado aqui com a gente, pediu desculpa que aí atrapalhar o nosso trabalho e obviamente ele não tem culpa nenhuma, tinha parado para poder falar. E aí assim, né, e eu faço meia culpa, tá? Por várias vezes a gente falou aqui que, né, tipo, pós jogo de derrota, ah, os jogadores foram frouxos, não botaram a cara e aí vai ficando cada vez mais claro de que, na verdade, isso é uma ordem da comunicação do Fluminense, né? Dito isso, não podendo entrevistar os jogadores que não falaram, inclusive desrespeitando o regulamento do da CBF, tá? Regulamento da CBF diz que quatro jogadores precisam falar na zona mista e os jogadores do Fluminense saíram para uma saída oculta. E não dá nem para usar desculpa de que aqui não tinha infraestrutura. Claramente tem. A gente foi falar, cara, porque eu fiquei reparando que o Fideles com um tempo conversando com o senhor, com uma outra pessoa e e galera com a camisa, Júlio Fideles, deve ser familiar. a gente foi lá entrevistar o pai do Fideles. Eh, e foi muito legal falar com ele porque, eh, fala muito bem, assim, eu até abro a pergunta falando de uma brincadeira que a gente fala, né, que o o Fideles pegou algumas furadas para jogar. Ele não teve o jogo no Maracanã do Carioca, tranquilinho de início. Estreia do cara é simplesmente, pô, joga aí contra o Lanuz, fora contra o Bahia fora, agora contra o Galo, fora. Teve uns jogos muito difíceis e falou muito bem. E eu até perguntei também sobre essa situação de xerem, porque eu vi o Riquel me dando uma camisa para ele, né? E aí é bem legal a questão ali do Jorge Fideles. Olha aí só que momento do Fideles, né? Ele entrou, a gente fica brincando que ele entrou numas furadas assim quantra o Bahia fora de casa, contra o Galo fora de casa e tá respondendo. É um momento muito especial para vocês e para eles, eu imagino também, né? >> É o futebol assim, eh, eu não vou dizer que ele entrou numa furada, né? às vezes entra num jogo mais complicado e e aí a gente a gente acredita em todos em todos os jogadores ali do do elenco do Fluminense. Só que às vezes a gente entende também que o futebol às vezes não acontece do jeito que é planejado durante a semana, né? E a gente sabe que jogar aqui na Arena e jogar fora de casa, principalmente contra o Galo, a gente respeita muito. Eu vou falar, a gente respeita muito, porque eu respeito e acompanho o futebol há muito tempo. A gente sabe que é difícil. e a gente já sabia que seria um jogo difícil e aí às vezes o momento do jogo complica mais, né? Conforme foi a gente, primeiro tempo a gente jogou super bem, no segundo tempo voltamos bem, mas depois acabou que acabamos talvez nos per nos perdendo e um momento de de desatenção e ocasionou o segundo e o terceiro gol, mas a gente acredita muito no Fluminense, a gente sabe que tá no caminho certo. >> Ia perguntar dessa camisa aí que eu vi que acho que foi o Rielm que deu pro senhor, né? É interessante que a gente vê essa molecada que vai subindo junto, eh, às vezes fora de casa a gente vê um indo cumprimentar o pai do outro, falar com a família, acaba virando meio que uma família todos eles juntos assim também, né? >> É, isso é muito bacana que a gente, né? A gente acompanha isso desde o desde a base, né? E e eu lembro que um dia o o pai do Riquelme Fernando deu uma camisa pro o o Fideles deu a camisa pro pro Fernando, pai do Riquelm. E aí eu cobrei na época, eu falei: "Pô, tô esperando a minha, né, cara". E aí hoje o Riquel me veio com toda boa vontade, eu nem esperava e me deu a camisa e Riquel também é fora da curva. Gosto muito dele, gosto muito da família dele. >> Valeu, obrigado, Jorge. Parabéns aí pelo seu filho também. Tá bem demais. Obrigado. Agradecer o Jorge aí a nossa entrevista do jogo de hoje. >> Então é isso, tá? Declarações, falas depois de uma derrota eh que eu espero muito que não seja. E aí vai ter uma galera que vai pegar a referência. Eu espero muito que não seja o 0 a 0 contra o Boa Vista lá de 2022. E para quem não pegou a referência, eu ajudo aqui. Fluminense tava pronto com Abelão para bater o seu recorde de vitórias seguidas na história, né? vinha vencendo pela Libertadores, o Midionário, tinha vencido ida e volta, né? Já tinha vencido a ida do Olímpia, vencendo todas na Taça Guanabara desde a derrota na estreia pro Bangu. E teve um jogo em Bacachá que o Abelão levou o terceiro time porque na quarta-feira tinha uma decisão de Libertadores e aí empatou por 0 a 0. Teve uma galera que ficou revoltada porque não bateu o recorde e tal, era algo histórico. E aí na quarta-feira fez o pior jogo da temporada e foi eliminado. O Olímpia não é o Platense, tá? Eu tô mais confiante pro jogo do Platense. Mas a realidade é que esse jogo aqui ele teria uma importância muito grande de ganhar e etc, mas eu eu espero que no futuro ele seja não seja o o Boa Vista de 22, seja o próprio Galo em 23, Cuiabá em 23, eh Bahia em 23. Você lembra quanto foram esses jogos fora de casa? Você lembra desses jogos fora de casa? Não, exato, porque ninguém se importou, porque a gente mandou time reserva em todos esses e focou na Libertadores, focou no Olímpia, focou no Internacional, focou no Boca e sai o campeão da Libertadores. Que seja dessa maneira. Amanhã de manhã eu parto direto aqui nesse domingo de manhã, né? Parto direto aqui de BH, vou para São Paulo, de de São Paulo já para Buenos Aires na hora do almoço. Já estou por lá em Terras Argentinas pra gente poder fazer a cobertura dessas quartas de final. Vamos sembora assim, a última Libertadores que eu fui a todos os jogos, a gente ganhou. Então, expectativas altas. Tamos juntos. Se inscreve, deixa o like. Até a próxima. Valeu,