Desempenho Insatisfatório do Fluminense em Mata-Matas: Torcida Frustra-se com Resultado e Produção Baixa


De acordo com o vídeo publicado pelo canal Raiz Tricolor:

  • O Fluminense teve desempenho insatisfatório em mata-matas, especialmente nos jogos de ida.
  • No jogo contra o Vasco, o time empatou 0 a 0 em uma partida que poderia ter sido vencida.
  • Na final do Campeonato Carioca contra o Flamengo, o Fluminense não aproveitou a performance fraca do adversário e perdeu nos pênaltis.
  • Com a chegada de Marcão, houve alguma melhora, mas o time ainda não conseguiu apresentar um bom desempenho.
  • No segundo tempo de um jogo recente, o Fluminense teve 61% de posse de bola, mas foi amplamente dominado em finalizações, com o adversário finalizando mais de 10 vezes contra apenas uma do Fluminense.
  • A posse de bola foi concentrada defensivamente, resultando em uma jogada estéril sem efetividade ofensiva.
  • Germán Cano, que atuou como centroavante, perdeu uma chance clara de gol em um contra-ataque.
  • O torcedor do Fluminense demonstrou insatisfação pela falta de produção do time, especialmente no segundo tempo.
  • O autor menciona a diferença de desempenho ao comparar com a semifinal da Libertadores de 2024, em que o Botafogo fez um bom resultado em casa e se sentiu mais seguro para o jogo de volta.

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Transcrição do vídeo

Mas eu não posso deixar de falar também, até porque esse recado ele pode servir para fases futuras, de como o Fluminense se portou até agora no ano nos mata-matas, principalmente nos jogos de ida dos mata-matas. E a gente normalmente atribuía isso mais ao Luí Sube dia, jogo de ida contra o Vasco. É um time sem gana, de ombro baixo, que empata 0 a 0, mesmo com o Vasco nas cordas. E a gente podia ter ganhado aquele jogo de ida e transformado aquelas oitavas da Copa do Brasil. Jogo contra o Flamengo, final do Campeonato Carioca. Flamengo sem jogar nada numa morrinha da nada e a gente não aproveita, a gente deixa o jogo ir pros pênaltos e acaba se perdendo a final. Com o Marcão, o cenário mudou em muita coisa. No jogo de ida mudou, mas não mudou o suficiente. Vou dar números, tá? No segundo tempo, o Fluminense passou 61% do tempo com a posse de bola e viu o adversário finalizar mais de 10 vezes e a gente só uma. No segundo tempo, o Fluminense teve sua posse de bola praticamente 80% concentrada num a sua parte defensiva do campo. Ou seja, foi uma posse de bola estére. O Fluminense que jogou o segundo tempo, fio mesmo colocando o Germán Cano, que seria hoje, né, já que o John Kennedy tá fora, é a nossa segunda opção de centroavante, desperdiçar um gol cara a cara no contra-ataque, em que ele poderia tanto ter feito o gol, deveria ter feito o gol, quanto poderia ter tocado pro meio e o Lúcio completaria sem goleiro. Era inclusive a jogada mais óbvia para mim. desperdiçou uma chance, a gente perdeu o cano lesionado e a gente não agradou o torcedor. O torcedor do Fluminense tá muito exigente. Acho que em algumas casos sim, tá? Mas no de hoje, quem assistiu o segundo tempo de 45, 50 minutos do Fluminense produzindo até esse lance do Germán Cano, nada, errando muito, vendo 30 minutos de soteudo em campo com Soteudo ainda errando muito, um time que desapareceu individualmente do jogo, se recolheu individualmente do jogo, o torcedor, eu não consigo julgar o torcedor que sai do estádio e e sente que o time poderia ter produzido mais a ponto de entrar no jogo de semana que vem tranquilo. Vocês vão se lembrar na semifinal da Libertadores de 2024, o Botafogo enfia cinco no Penharol aqui no Rio. vai jogar lá no Uruguai e ainda assim ainda toma uns sustos, né? No determinado momento pareceu que o que o Penharol ia, né, para golear o Botafogo de volta, não acabou acontecendo, mas quando você sai daqui com cinco, você sai totalmente diferente. Fluminense sai com dois. Eh, acho