Fluminense enfrenta problemas de desempenho e acomodação de jogadores, enquanto cobrança por mudança aumenta


De acordo com o vídeo publicado pelo canal Canal do Lessa:

  • O Fluminense teve desempenho ruim no segundo tempo contra o Botafogo, com jogadores titulares piorando o time em campo.
  • O time reserva apresentou maior intensidade e vontade de vencer, superando os titulares.
  • Há uma percepção de que alguns jogadores estão acomodados e que pode haver uma tentativa de sabotar o técnico Zubeldía.
  • Jogadores como Lucho Acosta e Savarino têm desempenhos abaixo do esperado e deveriam ser barrados.
  • A análise das substituições de Zubeldía não deve se restringir apenas a erros, mas também considerar a postura dos jogadores que entram.
  • Ignácio e outros jogadores mencionaram a importância de mudar a mentalidade e elevar a performance do time.
  • Apesar dos protestos da torcida e da cobrança por resultados melhores, ainda existe uma falta de contundência nos jogos.
  • Sugestões táticas foram levantadas, como a adaptação do time a novas formações e estratégias para melhorar o desempenho na Libertadores.
  • A necessidade de uma mudança de atitude é crucial para evitar uma eliminação na competição continental.
  • O Fluminense precisa resgatar a confiança da torcida e trabalhar para melhorar os resultados em futuras partidas.

Assista ao vídeo 🔥QUEREM SABOTAR O ZUBELDIA?! CHOQUE DE ORDEM PRA VALER! NÃO QUEREM NADA!✅IGNÁCIO MANDOU A REAL!.

Transcrição do vídeo

Eu imagino que vocês perceberam e creio que vão concordar comigo que todos os titulares que entraram em campo no segundo tempo de ontem, no clássico contra o Botafogo, foram mal. Não é que eles não acrescentaram nada ao time mesmo descansados. Eles pioraram a equipe a ponto da gente ver o Botafogo melhorar na reta final do jogo e quase chegar ao segundo gol. Imagino também que vocês tenham percebido que o time reserva, de fato, foi melhor. Acho que teve essa sensação, né? Não foi só uma sensação, foi a realidade. A percepção também de que o time reserva correu mais, queria mais, estava brigando para ganhar o jogo no segundo tempo e não foi só uma percepção. Foi também exatamente o que aconteceu no jogo de ontem. E aí, eu vou trazer alguns pontos aqui que eu acho que a gente não pode deixar passar batido, até porque não foi uma questão pontual de ontem à noite. É algo que vem sendo recorrente. Tem muita gente ali. Tem muito jogador hoje nesse time titular que está acomodado. Acomodado. Porque ou querem ou tem tem atleta ali no grupo que está querendo sabotar o Zubeldía. Como eu não tenho nenhuma informação, nada do tipo que aponte nesse sentido, eu vou partir aqui para uma análise de displicência, para uma análise de desleixo e acomodação. Não dá para normalizar a entrada ou entradas de ontem do Lucho Acosta e do Savarino. Vou citar aqui os dois principalmente. Porque esses dois já vem se arrastando já muito tempo. Não é de agora não. E não é coincidência o fato de após eles terem entrado em campo, a equipe ter piorado. Porque fica muito na conta do Zubeldía e eu entendo, e eu entendo, eu sei que muita gente vai questionar porque o Zubeldía mexeu naquele momento. Você porque e eu, cara, eu entendo tanto que é muito fácil você pegar as incoerências, né? Quantas e quantas vezes a gente não reclamou do Zubeldía demorar a mexer no time? O time tá mal e não mexe, o time tá mal e não mexe, o time tá mal e não mexe. Ontem quando o time estava bem ele mexeu e mexeu cedo. E quando começou a mexer foi piorando. Mas só que até pelo histórico é muito mais simples você pegar e dizer que as substituições do Zubeldía mataram o time. Pode ser que sim, ele ia, ele ia ter que mexer em algum momento, 5 minutos depois, eu acho que poderia ter segurado um pouco mais com o Botafogo, o Flamengo tava melhor no jogo, tava melhor que o Botafogo, né? É, então, concordo com quem pensa assim. Só que é muito raso a gente deixar a análise apontada apenas para os erros do Zubeldía nas substituições. Ele ou ele começou a mexer, o time morreu. E a postura dos jogadores que entram em campo. E o Hulk que mal consegue ganhar uma jogada. O Hércules com a sua marcação, muitas vezes, né? Recorrente, o Wi-Fi, um arame liso. É, olhando o que tá acontecendo em campo. Não é, isso acontece muitas e muitas vezes. Acosta e Savarino de novo a gente tem que passar a debater com seriedade, já passou da hora, da barração desses jogadores. Esses jogadores hoje eles não fazem por onde ter status de titulares absolutos desse time. E novamente e provavelmente serão escalados na terça-feira por hierarquia. Não é porque pelo que eles estão jogando. O Soteldo fez um grande jogo ontem. É um atleta que tem pouca capacidade de definição, de resolução das jogadas, isso é um fato, mas o que o Savarino tem jogado há muito tempo é uma é é uma vergonha para um atleta do nível dele. Não dá para admitir e não é só nível técnico, é é o que eu falei, a postura. O Acosta ontem, já nos acréscimos, se eu não me engano, recebe uma bola e não consegue dominar a bola. É uma é uma é uma displicência, sabe, no jogo? E essa displicência é muito legal quando tá jogando muito, quando tá bem, quando o time tá bem. Agora, o Fluminense tá precisando desses jogadores agora, justamente no seu momento mais difícil. E eles não conseguem entregar nada. Hoje são jogadores que estão atrapalhando o time. E se a gente não admitir isso é porque a gente tá analisando o Acosta lá de março, a gente tá analisando o Savarino lá de março e não de agora. Ah, e se barrar o Acosta, vai colocar quem? Não temos muitas opções. Uma, inclusive, poderia ser o Savarino, pelo menos se ele tivesse jogando alguma coisa. Não tá jogando nada. Então, a opção que tem é o Ganso, sim. É o Ganso. Vocês acham que a partida do Ganso ontem foi pior do que as que o Acosta tá fazendo? E aí eu sei que você muitos vão dizer: "Tá de sacanagem, Léo? Você achou que o Ganso jogou muito ontem, jogou muito bem?" Não, não achei que ele jogou muito bem. Não achei que ele fez um grande jogo. Talvez tenha sido ok pelo tempo que ele tá, né, sem ter uma sequência. Só que o fato da gente cogitar isso diz muito mais sobre o o Lúcio Flávio Costa do que sobre o Ganso. Não é porque o Ganso está jogando muito bem, até porque, né, nem vinha jogando. É pelo que o Acosta não está jogando. É pelo que ele não está entregando em todos os sentidos. Se o Diniz, meu dia, tivesse comando e levasse em consideração o que realmente está acontecendo em campo, Acosta e Sávio e Nino jogariam contra o Independiente del Valle. Só que ele não vai fazer isso. Um bom técnico, um bom treinador, ele se adapta ao que ele tem. Ele busca novas ideias, ele ele testa outras opções, ele testa novas formações. Ele foi testar uma nova formação só agora, quando estava sendo eliminado pelo Vasco na Copa do Brasil. E agora ele perdeu o John Kennedy. Ele poderia partir para um 4-4-2, se você tem a opção, por exemplo, de escalar o Ganso, só uma suposição, tá? Eh, e tem mais três volantes ao lado dele, você dá uma sustentação muito maior no meio de campo. Você tem mais gente preenchendo espaço e se aproximando para jogar. E aí o ataque poderia ser um ataque com John Kennedy e Cano com mais liberdade, por exemplo. Tô só fazendo uma projeção aqui, tá? Eh, agora com Castillo, Hulk e Cano, vai ter que escolher um. O Castillo não tem condição. A gente viu ontem, foi foi assustador. Mas, enfim, opções. Testar, mudar, perceber aquilo que não tá dando certo e tá claro para todo mundo que não está dando certo. E fazer alguma coisa diferente. Que eu falei isso no pré-jogo. Agora do Botafogo. A mesmice. Vai levar, a mesmice do Diniz dia. A régua da mediocridade. Vai levar. A demissão. Só que com a demissão dele, vem também a queda na Libertadores. E é é esse é o problema, essa é a questão. É necessário fazer mais. Quando falei ontem para vocês, que essa sequência de empates, a quantidade de empates, não é para acaso. É porque o Fluminense se tornou uma equipe que se contenta. Com a mediocridade, que se contenta com pouco. Você pode ver que, pode reparar, acontece a mesma coisa ontem do que aconteceu contra o Vasco. Fluminense se volta bem para o segundo tempo, pressiona, começa a criar oportunidade, dá a sensação de que pode vencer o jogo. E depois, morre. Porque ele se contenta com o empate. Porque ele tem medo de perder. E porque no fim das contas, ele é covarde. Esse é o time, esse é o o time do Fluminense, comandado pelo Diniz dia. É mais uma mo, uma, uma amostra. Bem fiel a realidade, só que essa não veio acompanhada com eliminação, é um jogo de Campeonato Brasileiro, mas é uma constatação. Do que vem sendo o Fluminense nesse recorte, desde antes da Copa do Mundo. E com essa mentalidade, me desculpa, a gente não vai a lugar nenhum. E por isso ele deveria ter sido demitido. Já, logo após a eliminação para o Vasco, mas não foi. Não foi. Porque a diretoria também. Não teve culhão para tomar a decisão que tem que tomar. Porque vão se. Esconder atrás. Dessa decisão de manter o Diniz dia, achando que o milagre pode pode E aí o que pode realmente acontecer é uma eliminação na Libertadores que tomara que não venha. Por mais que a gente tenha críticas e problemas e e tudo mais, é claro que a gente vai torcer pro Fluminense passar. Mas os sinais já um tempo os sinais já mostravam pra gente o caminho. E eles continuam aí. Não houve nenhuma mudança relevante. O que houve ontem foi um time reserva entrando mais, correndo mais, se dedicando mais. E isso mostra como alguns jogadores da equipe hoje considerada titular estão acomodados com a sua situação. Ontem teve zona mista lá no Engenhão. Lá tem zona mista, de fato, não é aquilo que tem lá no Maracanã. Jogadores passam na passaram na na frente dos jornalistas e Ignácio e Otávio para falar pararam pra falar com a imprensa. Ignácio que teve uma grande atuação ontem, pra mim melhor do Fluminense em campo, jogou demais, fez o gol do empate e falou na zona mista. >> É, o meus amigos aqui vão te perguntar bastante sobre o jogo de hoje, sobre o gol. Eu queria voltar numa pergunta do jogo da Libertadores, né? Vocês acabaram que não pararam ali na zona mista pra falar com a imprensa depois, então queria te ouvir a respeito do resultado do da Libertadores não, perdão, da Copa do Brasil contra o Vasco. >> Cara, é algo dolorido, né, pra pra todos nós é do clube. Nós tínhamos a intenção de de seguir adiante, infelizmente não deu. É mas tem que que virar página. Já teve um um jogo hoje pelo Brasileiro e temos todo o Brasileiro pela frente aí o e a Libertadores também. >> Ignácio, hoje o Diniz mexeu muito no time em relação ao time que vem jogando nos últimos jogos. Qual foi o papo antes da partida? O que que ele explicou pra vocês pra fazer essas mudanças? Enfim, qual foi o planejamento traçado por ele pra essa sequência do Fluminense? >> Cara, independentemente de quem joga o Fluminense, né, Ele dá condição para para todos os atletas, então quem quem entra em campo tem que dar o seu melhor para ajudar o Fluminense. >> O Inácio, você falou sobre o jogo da Copa do Brasil. Hoje a gente viu alguns protestos na torcida e eu acho que tinha muito a ver com isso. Falaram para os jogadores "Dêem sangue para os jogadores", falando de entrega de raça e também covardia. É, falando que estavam chamando o Diniz de covarde. É, eu queria entender assim, de lá para cá, se teve alguma conversa entre vocês, se teve alguma cobrança depois do jogo da Copa do Brasil, se tem assim uma autocrítica nesse sentido de doação dentro de campo, principalmente pelo futebol do primeiro tempo na Copa do Brasil. >> Ah, cobrança sempre existe, né? Nós estamos no Fluminense, é, cobrança é normal, reconhecemos que não fizemos um bom jogo contra o Vasco. Mas temos que virar a página rápido, não adianta ficar lamentando é com que que já passou. É, serve de aprendizado para para a sequência da das competições. Temos o Brasileiro e e a Libertadores aí ainda durante o >> E Inácio, aproveita aí, faz uma chamada legal para o torcedor lotar terça-feira o Maracanã. Esse projeto do Fluminense que é considerado um dos projetos mais importantes aqui da temporada, pelo menos é assim que o torcedor pensa. O que é que você pode pedir aí para o torcedor na terça-feira? >> Cara, esperamos que que nosso torcedor possa possa estar terça-feira aí para para nos apoiar. Sabemos que quando o clube e a torcida está na mesma conexão, é, é difícil para para os adversários, então esperamos resgatar a confiança do do torcedor para para terça-feira fazer um grande jogo, se Deus quiser, dar dar um grande passo aí para para a sequência da competição. >> Você não era de fazer muitos gols, mas depois da volta da Copa, já é o segundo que você marca evitando mais uma derrota. Aconteceu contra o Bragantino e hoje de novo você consegue evitar esse resultado negativo mostrando oportunismo, sobe lá e consegue fazer esse gol de empate. Eu sei que o momento é difícil, mas >> Individualmente foi uma boa partida sua e um gol, né, que você volta a marcar com oportunismo. >> Cara, é Quem quem tá no nosso dia a dia sabe o quanto quanto a gente trabalha. É, o professor Carlos vem vinha nos cobrando bastante, principalmente a bola defensiva, bola aérea defensiva. Melhoramos. É, e graças a Deus a ofensiva tá tá tá saindo também. Fico feliz. É, mas a é além do jogo, né, que sabíamos da da dificuldade que iríamos enfrentar aqui. Mas saímos de cabeça erguida. É, vale é é válido todo todo o esforço do do grupo, é, pra pra buscar esse empate aí. Viemos em busca da vitória, infelizmente não não conseguimos, mas saímos com o com empate e eu eu tenho certeza que vai ser muito importante pra pra sequência da competição. >> Inácio, Inácio, dos 16 clubes classificados na Libertadores, sete são campeões apenas. Camisa ainda pesa na Libertadores e olhando pro confronto de vocês contra o River Plate, uma equipe de menor expressão, vai pesar nas oitavas de final? >> Cara, hoje em dia é difícil falar falar isso, né? Hoje em dia o é todos os clubes estão estão muito nivelados. Sabemos da da da da equipe do do River Plate, né? O primeiro jogo dificultou bastante nós aqui no Maracanã. É, sabemos as virtudes de deles. É, mas vamos buscar fazer um grande jogo aqui pra pra dar um grande um primeiro passo pra depois ir em busca da classificação lá na na Argentina. >> Você estava tentando lembrar aqui, foi o seu primeiro jogo de titular depois da da final do Carioca, né? Você veio do banco alguns jogos, jogou de titular hoje. Queria te ouvir sobre esse momento da volância depois que o Nonato saiu e teve a estreia do Juan também nos amistosos. Como é que você vê esse momento da volância do Fluminense? >> Então, a gente tá sempre disponível pra ajudar o clube da melhor maneira possível. Tenho trabalhado todos os dias buscando oportunidade e sei que Deus tem tem propósito sobre minha vida. para começar a titular. a Deus por jogar os 90 minutos. Infelizmente não saímos com resultado positivo, que era nosso objetivo. Mas tenho certeza que que fizemos nosso melhor. Precisamos corrigir algumas coisinhas para voltar a vencer, que é muito importante. Verdade. Próxima espero que possa entrar. >> Guga, ainda que você não tenha começado, né, no último jogo, hoje a gente viu alguns protestos da torcida na arquibancada. É tanto sobre entrega de jogador como para o Zubeudía, direcionando para o Zubeudía. É pelo que você viveu nesses últimos dias e que você tem vivido nesse vestiário, pensando num jogo tão importante que vem pela frente para a Libertadores. Você sente algum tipo de cobrança no sentido de entrega, assim, principalmente depois do que foi o jogo com o Vasco? >> Cara, você jogar no Fluminense, perder uma uma elimina, ser eliminado de um de uma Copa do Brasil, no qual a gente tinha o objetivo de vencê-la, né, e principalmente de um clássico, a gente entende essa revolta, é normal o torcedor demonstrar toda a sua insatisfação. Tá representando a camisa do Fluminense. Se a gente chegasse hoje e tivesse todo o mundo feliz, era algo que que ia ser anormal, né? Então a gente sabe sim que que estamos devendo, principalmente por ser eliminado na Copa do Brasil contra um nosso, um dos maiores rivais. Precisamos agora nos concentrar para fazer um grande jogo da Libertadores, um jogo importantíssimo, no qual a gente tem o objetivo de ser campeão. E que a gente possa vencer, dar alegria ao torcedor. E essa revolta é de se entender. O torcedor tem todo o direito de demonstrar sua insatisfação, porque a gente representa uma grande camisa, um grande clube e precisamos vencer. >> Guga, sobre Libertadores da América, dos 16 classificados, apenas sete são campeões. Camisa ainda pesa na Copa Libertadores da América? Olhando para esse confronto também, vocês que já foram campeões contra o River Plate, um time que ainda não tem muita expressão na América do Sul. >> Cara, sem dúvida, mas o que a gente vem tem tido visto nos últimos jogos, principalmente um um jogo de Copa do Brasil, no qual a gente entrou como favorito e não fomos aquilo que a gente poderíamos ter sido dentro da partida. Se a gente não tiver entrega, intensidade, determinação para vencer o jogo, a camisa não vai fazer diferença alguma. Eu acho que a camisa é pesada, é importantíssimo a gente saber o clube o qual a gente tá representando, mas é a nossa atitude que vai fazer a diferença, colocar em prática aquilo que o professor tem nos passado, ser mais decisivo, procurar vencer do primeiro ao último minuto, sabendo que não vai ser só com a qualidade, mas sim com a entrega, para que a gente possa fazer um grande primeiro jogo e se classificar lá na Argentina. >> É, você não atuou na nas partidas contra o o River Plate na fase de grupos, mas o que que ficou de lição dos confrontos de lá que podem ser usados agora nas oitavas de final? >> Cara, o River Plate não passou em primeiro lugar à toa, uma grande equipe, fez uma grande, né, fase de classificação. A gente precisa, sim, entrar ligado, concentrado, sabemos onde a gente errou nos confrontos contra eles, agora a gente precisa corrigir, mas sabendo também que agora é um outro campeonato, é uma outra fase decisiva, dois jogos no qual a gente não pode cometer os mesmos erros que cometemos na na fase de grupo, mas a gente tá concentrado, fazer um grande jogo, principalmente na terça-feira, para que a gente não possa ser surpreendido dentro da Libertadores, que agora é nosso maior objetivo. >> Otávio, o que vocês têm conversado aí entre si para melhorar, principalmente essa questão dos Fluminenses de não conseguir finalizar? Hoje vocês finalizaram, mas nos últimos jogos tem persistido essa dificuldade. >> A gente tem cobrado isso, né? Nós, principalmente da da nossa parte ofensiva, que a gente não adianta ter controle de jogo, ter intensidade e a gente não concretizar isso em gol. A gente tá pecando um pouco nas finalizações, a gente tem buscado evoluir, infelizmente hoje ainda não conseguimos concretizar em gols as oportunidades que a gente teve, tivemos algumas oportunidades, empatamos, sem dúvida, jogar contra o Botafogo aqui e conseguir um ponto é importante, mas na fase que a gente vem sem vencer é um resultado que é negativo. Mas a gente precisa continuar evoluindo concentrado porque terça-feira é uma outra competição precisamos vencer fazendo gol e não tomar gol para que lá na Argentina a gente possa ir classificado. >> Então é isso a gente vai ficando por aqui mas já estava me esquecendo queria desejar um feliz dia dos pais para todos os papais tricolores do Brasil e do mundo aproveitem muito esse domingo esse dia você aí que tem o seu pai perto de você você valorize isso valorize porque o tempo passa e depois não volta mais não deixe não espere perder para dar valor né hoje o meu não está aqui mais comigo mas está lá no céu olhando para mim e você que está aí que pode aproveitar com o seu filhote com o seu pai que seja um dia muito abençoado para todos nós um feliz dia dos pais estamos juntos um abraço e voltamos assim que possível. >> Uh! Uh!