Ex-Fluminense Dori relata desafios no futebol asiático e a paixão de Bangladesh pelo Brasil


De acordo com o artigo publicado por Gustavo Di Sarli e Marcello Neves:

  • Dori, ex-revelação das categorias de base do Fluminense, atua há 15 anos no futebol asiático, incluindo China, Índia e atualmente Bangladesh.
  • Com 36 anos, ele destaca a paixão dos bengaleses pelo futebol brasileiro durante a Copa do Mundo, onde as pessoas pintam suas casas e carros, e fazem alusões a jogadores como Pelé, Ronaldo e Neymar.
  • No futebol em Bangladesh, Dori enfrenta desafios, como estádios pequenos e mudanças inesperadas nos horários das partidas, mas procura se adaptar à cultura local.
  • Ele viveu momentos significativos na China, onde foi o estrangeiro com mais tempo na liga, e observou a queda dos investimentos no futebol chinês, afirmando que sua situação financeira não mudou.
  • Em 2020, Dori foi o primeiro atleta brasileiro a contrair Covid-19, o que o deixou alarmado e assustado, especialmente na falta de informações sobre a doença na época.
  • Revelado pelo Fluminense, Dori teve uma passagem breve no clube, atuando em apenas dois jogos. Ele lamenta a falta de oportunidades, mas não guarda mágoas e elogia o suporte da psicóloga do clube na recuperação de uma fratura na mandíbula.
  • Dori expressa carinho pelo Fluminense, revelando que reconhece a evolução do clube em relação ao tratamento de jovens jogadores.
  • Ele menciona o amigo Aloísio Chulapa, que foi uma influência positiva em sua carreira, dando conselhos sobre finanças e futebol.

Leia o artigo completo: Ex-Fluminense conta perrengues e fala da paixão de Bangladesh pelo Brasil: “Perguntam se sou amigo do Neymar” | Ge.