Fluminense avança na Copa do Brasil, mas desempenho fraco gera frustração e críticas à defesa e decisões do técnico


De acordo com o vídeo publicado pelo canal Canal do Lessa:

  • O Fluminense avançou às oitavas de final da Copa do Brasil, mas a vitória sobre o Operário não é motivo de celebração real, pois a equipe apenas cumpriu sua obrigação.
  • o desempenho do time no Maracanã foi considerado insatisfatório, revelando insegurança e instabilidade, principalmente na defesa, que comete erros graves repetidamente.
  • O Fluminense teve dificuldades para concretizar as chances de gol, um padrão que se repete em suas partidas, resultando em um ataque ineficaz e uma defesa vulnerável.
  • O primeiro tempo mostrou um início promissor, com boas chances criadas, mas a pressão inicial logo diminuiu.
  • Um pênalti foi perdido pelo Fluminense quando John Kennedy cobrou em vez do cobrador oficial, Savarino, levantando críticas quanto à seriedade e à lógica das decisões da equipe.
  • O gol do Operário foi resultado de uma falha defensiva, destacando a fragilidade da zaga e a insatisfação em relação ao zagueiro James.
  • As substituições feitas pelo técnico Zubeldia foram consideradas erradas e sem lógica, especialmente a entrada do Ganso, que não acrescentou ao time.
  • O time apresentou um desempenho instável e uma desconexão com a torcida foi notada, culminando em um público baixo e vaias após a partida.
  • Apesar da classificação, as repetições de erros e a falta de entrosamento deixaram a torcida frustrada, preocupando para as próximas competições.

Assista ao vídeo 😤NAO DÁ MAIS PRA ELE! ZUBELDIA DEFENDEU E JUSTIFICOU! ZAGA PEDE SOCORRO!🔴VITÓRIA QUE NÃO ILUDE MAIS!.

Transcrição do vídeo

O Fluminense está nas oitavas de final da Copa do Brasil. Isso deve ser comemorado? Sim, porém para por aí, porque toda e qualquer análise da vitória sobre o Operário, na minha humilde opinião, é claro, ela deve partir do princípio que o Flu fez apenas e nada mais e tão somente a sua obrigação, o seu dever de casa, a responsabilidade de avançar de fase era toda do Fluminense. E o que a gente viu no Maracanã foi o mínimo para isso acontecer. Falei no nosso pré-jogo, debatemos o pré-jogo do Jornada, que a gente gostaria de uma uma classificação tranquila, sem susto, sem sufoco, nem acho que não sei se dá para usar, né, sufoco nesse caso, nem acho que foi, mas a verdade é que o esse time do Fluminense ele passou a ser tão inseguro que ele não pode ver qualquer mínima chance de ter tranquilidade. Qualquer tranquilidade não é uma, definitivamente não é uma palavra que faz parte do vocabulário dessa equipe comandada pelo técnico Luiz Dia já há algum tempo. Hoje o Fluminense é um time muito instável por duas coisas, principalmente erros graves defensivos cometidos em sequência, um atrás do outro, um atrás do outro. Ontem teve novamente no Maracanã e também teve mais uma vez a incapacidade de matar o jogo, de resolver a partida, de liquidar o confronto. Quantas e quantas vezes a gente já não falou sobre isso. Então é um padrão que se repete. Normalmente times muito equilibrados, times que estão numa grande fase, que estão fazendo um grande campeonato. O que normalmente a gente observa nessas equipes? Um ataque que tem efetividade, um ataque que faz gol e uma defesa sólida, né? Você estabelece ali um equilíbrio, não é? Um ataque faz gol para caramba, uma defesa que toma gol para caramba. Pode até acontecer um cenário como esse. Às vezes você tem um time que leva, todo gol leva jogo, mas faz dois, três. Aí você tem que potencializar muito o seu ataque. Mas o ideal é o equilíbrio. Hoje o que a gente vê no Fluminense é um ataque com dificuldade para fazer gol e uma defesa sendo vazada todos os jogos. E o pior, muitas vezes não se trata de um grande mérito do adversário, é que o Fluminense entrega, o Fluminense se complica, o Fluminense coloca o adversário no jogo. Ontem, mais uma vez isso ocorreu, porque se a gente pegar o que foi a partida como um todo, os primeiros 20 minutos, os primeiros minutos, principalmente do Fluminense no jogo, são muito interessantes. Eu até falei, cara, se persistir isso aí até o final, ou pelo menos boa parte do jogo, ninguém vai poder falar que os caras não estão correndo pelos belia. Começa numa pressão mordendo o Operário. Não conseguia sair de trás, não conseguia tocar a bola. E o time do técnico Luizinho Lopes é muito é muito dinisista, né? Os caras não dão chutão. Então, mesmo em dificuldade, mesmo errando, mesmo perdendo muitas bolas, insistiam em sair jogando, insistiam em sair jogando. E aí logo na logo com 5 minutos, o Fluminense tinha criado duas chances, uma com 30 segundos, Canob chutou, o goleiro defendeu, depois uma linda tabela do Canob com o Lútio, a Costa, o Lútio bateu para fora. Ali já poderia ter feito 1 a 0. 3 minutos depois já sai o lance do pênalti, o abafa, marcação alta, pênalti. O Savareno vai lá e faz o gol, faz 1 a 0. Era, era evidente que aquela pressão intensa no campo do adversário não ia durar o primeiro tempo inteiro. Ninguém faz isso, ninguém tem perna para fazer isso. Então é natural depois você ir dos foi o que o Fluminense fez. Aos poucos foi essa pressão, ela foi arrefecendo e o Operário naturalmente conseguiu ter pelo menos um espaço ali para respirar. Só que aí é o que eu falo, a linha é muito tênue para esse time do Fluminense entre um eu vou agora dar uma equilibrada, vou segurar um pouco para simplesmente se dispersar do jogo ou para relaxar demais. E aí diante desse relacionamento, o adversário vai ganhando espaço. Aos poucos o Operário, ele foi, mesmo sem criar grandes oportunidades, ele foi se sentindo mais à vontade, principalmente com o Bosquilha, que é um jogador muito habilidoso, ontem jogou muito e teve liberdade para jogar. Então o Operário depois de um certo tempo, o perdeu uma bola de frente pro Fábio, perdeu um gol de frente pro Fábio. Depois eles finalizaram mais umas duas vezes. Enfim, o jogo ficou um pouco mais equilibrado. No geral, o Fluminense ainda era melhor, mas você percebe que a marcação vai afrouxando, né? O time vai deixando o adversário jogar e aí vai ficando um jogo mais perigoso. Só que aí diferente do que aconteceu já em muitas partidas, o Fluminense chega ao segundo gol, faz o segundo gol num belo passe do Ronato, belo domínio da Costa, 2 a 0, vai pro intervalo com esse 2 a 0. Falei: "Bom, já é uma já é uma novidade, acho que podemos dizer assim, né? O Fluminense tá indo pro intervalo com 2 a 0. Aí volta pro segundo tempo. Aí eu vou entrar naquela na no tema que é para mim um dos temas centrais dessa análise, o colocar o adversário no jogo. Tem o pênalti, outro pênalti que o juizinho muito fraco ontem, fraquíssimo. Os lances capitais teve que provar, expulsou a Costa que não era para expulsar, enfim. Pênalti pro Fluminense. Savarino que bateu o primeiro batedor oficial está em campo. O que que eles resolvem fazer? Aí em um outro capítulo também, né? A parte vão repetir de novo. Eles repetem erros que tantas e tantas vezes já foram cometidos lá atrás. Levam pênalti na base da colocar entre aspas sacanagem porque eu não quero acreditar que, né? Realmente encaram aquilo ali como uma brincadeirinha. Mas a sensação que dá é essa. Não, o John Kennedy pediu o Savarino para bater. Vai lá, aí o o Savarino deixa, vai lá o John Kennedy bate e perde o pênalti. Jogo decisivo, jogo mata-mata, isso não existe. Há de se ter seriedade. Quantas e quantas vezes a gente já não debateu isso e isso continua acontecendo. É impressionante. E aí tava na cara, perdeu o pênalti. O que que ia acontecer? A chan do adversário fazer um gol e se complicar na partida era relativamente alta e deu a lógica. Eu realmente não consigo não consigo compreender a lógica de dar aquele pênalti pro pro John Kennedy bater. Não é que o John Kennedy e está numa fase horrorosa que não faz gol não sei quantos jogos e aí vai dar um pênalti para dar uma moral. O que por si só também já é muito errado. Pênalti não é para premiar quem tá em boa fase. Pênalti não é para ressuscitar quem tá mal. Pênalti é para ser cob e cobrado pelo cobrador oficial. Se o cobrador oficial não está em campo, beleza que você cobre outro. Mas pênalti não é para ficar premiando ninguém. E falta comanda. A responsabilidade não é só dos jogadores, é do treinador que tá à beira do gramado e não dá a ordem que tem que ser dada. Se a culpa do Zubildia também. Vou trazer rapidinho aqui antes, só para fechar o vídeo, essa fala do Zubia para ter colocado antes, mas acabei esquecendo, mas ele falando sobre a questão do pênalti, por o John Kennedy foi bater o pênalti e se isso é algo que ele permite, que a comissão técnica permite. Enfim, ele falou isso daí. No es simple, siempre ponemos dos ejecutores. Ponemos un un encargado de penalti esarino y un segundo ejecutor que es John Kennedy. Siempre ponemos dos por esta situación, por una situación de que si tenemos dos penales, por una situación que siarino noere volver a segundo penal, tener una opceta hay entrenadores que dan un solo ejecutor. Nosotros damos siempre dos uno y el dos enton planificad por supuesto que tenamos coincido para poder tercero diminuimos chances pero al final pasamoso la prioridad ese momento doble a los partidos que hacemos unos 70 minutos buenos que justustificadamente nos podemos iremos poner 3 a0 marcador los terminamos sufriendo ser el momento del semestre en cuando se gana se sufre pero aú así cumpliendo los objetivos hoy obetivo gustado ganar golear y guarimos a un gol de eso suceda terminendo perooo que era la prioridad en cuanto al penal creo que fui claro ejecutor era segundo ejecutor me gusta al centro atacante como penal >> uma explicação convenhamos não faz menor sentido. Então, se tiver três pênaltis no jogo, o terceiro cobrador, o terceiro é o terceiro cobrador que vai bater, não é o cobrador oficial que tá em campo. É, é meio para tirar todo mundo de otário isso, né? Porque pelo amor de Deus, né? Eh, se o se o cobrador oficial está em campo, é ele que cobra. Se tiver 10 pênalos, é ele que deveria cobrar. Enfim, eh, evidente que esse não não é um padrão estabelecido, é só mais uma uma forma de, enfim, de sair pela tangente diante desse questionamento. Pois bem, o que acontece depois sai o gol do Operário e aí de novo numa falha defensiva, clamorosa, bizarra do James, que não consegue cortar a bola. Não foi só por isso. Não foi só por isso, porque ele errou o jogo inteiro. Ele cometeu outras várias falhas. Não foi só essa do gol. É uma calamidade essa zaga do Fluminense. E eu fico ainda mais revoltado porque eu tô há dois anos falando disso. Vocês vão lembrar. Foi brincadeira de gritando zagueiro, zagueiro, zagueiro. Isso quando tinha Thiago Silva que a gente entendia que tinha que ter um cara melhor para jogar com ele. O Thiago Silva foi embora e contrataram o James. Vocês entendem? Saiu o Thiago Silva, o substituto do Thiago Silva. Não tô nem Esqueça o que Thiago Silva fez ou não fez. falando tecnicamente de bola, o substituto do Thiago Silva, que essa diretoria entendeu que seria plausível e concebível para para esse momento é o James. Aí, meu amigo, eu não espero nada diferente do que eu tô vendo aí. Depois eu vou vou aprofundar essa discussão, eh, eh, pegando para um outro aspecto aqui, essa essa análise, mas eu sinceramente não espero nada. vai jogar o James, vai jogar o Igncio e tem os outros que nem jogam. Isso aí eu vou falar depois. Sai o gol, aí todo mundo já pensa no pior, né? Agora esse final do jogo vai ser Deus nos acuda. Aí vamos paraas substituições. Zadia mexe aos 25 e para mim de novo erra nas substituições, erra na leitura. Coloca o Bernal para colocar mais o volante para recompor o meio de campo. OK. Aí coloca o Ganso no lugar da costa. Por característica, o Ganso até faria sentido para reter a bola. É um cara que retém a bola, que vai conseguir dar uma qualidade no passe para valorizar essa posse e tentar tirar a bola do adversário. Mas hoje vamos falar a verdade, gente. O Ganso ele é um peso morto. Ele não tem condição. Ele não quer, o Zubadia não quer e tá todo mundo ali fazendo teatro. Coloca o Gans em campo para dizer que colocou. Só isso explica. Time morre depois no meio de campo morre. E aí ele coloca o CX no lugar do John Kennedy. Não que o John Ken tivesse jogando bem, não estava. Mas qual é a lógica de colocar um centroavante? Se seus dois pontas estavam estavam mortos já no jogo, Canob Savarinos estavam fora totalmente do jogo. Como é que essa bola vai chegar lá? O que que utilidade vai ter esse centroavante? Se o time precisava por lógica, de gente com sangue novo pelos lados para tentar aproveitar os espaços que o Operário iria ceder. Não vi lógico e falei isso na hora. Depois ele ainda chama para mexer. Acho que ele tinha chamado Cna Alisson. Não faria sentido Alisson nenhum. Aliás, não faria sentido nenhum o Alisson no jogo. É que saiu o gol do Operário teve que voltar. E aí depois acabou, enfim, entrando ali o Cerna e e acho que ele [limpando a garganta] entrou participando, não entrou nem ele entrou com atitude no jogo, mas errando, né? Mais uma vez o Ser chutou uma bola na trava que ele se embolou todo dentro da grande área. Teve uma hora em que ele entrou na área e tinha dois caras sozinhos, ele não conseguiu dar o passe e na reta final até o Savarino entrou no jogo. E curiosamente depois que o Fluminense leva o gol, chega a criar três oportunidades. O próprio James cabeceu uma bola na trave. O o Savarino, o Sean chuta aquela bola na trave também. O Savarino também finalizou uma bola. Até melhorou um pouco Savarino depois na reta final. Ele tava muito sumido do jogo, melhorou. Fluminense poderia ter chegado ao gol novamente e não chegou e não consegue matar o adversário. Eu acho que a sorte foi que aquele cara entrou batendo em todo mundo, fez aquela falta absurda no Castigo, rasgou o Castigo time embaixo, o jogo foi parado ali um tempão e aquilo ali esfriou e acabou com a partida, porque senão teria chance de ter um sufoco na reta final do jogo. É, é, é um negócio assim absolutamente desnecessário. desnecessário. Isso passa mais uma vez, reforça a sensação de que o time tá muito instável mentalmente, taticamente, tecnicamente é e é sempre tenta acelerar demais para construir. a gente não vê mais aquela equipe compacta que se que aproxima, que gera dinâmica de jogo interessante através do dos passes curtos, como a gente viu no melhor momento do Fluminense com Zelia. A gente não vê, a gente vê hoje um time com muito mais dificuldade em todos os sentidos, né? com muito mais eh até para fazer as coisas mais simples e aí a situação fica, a situação se agrava muito mais a partir das escolhas de escolhas ruins do Bgia, de um ataque com dificuldade, como falei, de uma defesa falhando constantemente. Enfim, é um combo que se não for resolvido de uma vez por todas, ele vai continuar machucando e causando problemas. O Fluminense chegou às oitavas de final, é injusto? Não, não é injusto. Fluminense no geral ainda acho que foi melhor que o Operário, né? criou mais oportunidades, poderia, como eu disse, ter saído com placar mais elástico, mas não saiu porque continua repetindo padrão eh ou padrões de de erros que estão fazendo com que a equipe não consiga sair desse momento ruim, não consiga essa essa trégua definitiva com o torcedor. E ontem, mais uma vez, mesmo ganhando no Maracanã, pelas 10.000 1 pessoas que foram lá no Maracanã, a equipe acabou saindo vaiada de campo. Eh, eh, e esse é outro, é outra questão, né? Há uma distância, uma desconexão do torcedor com esse time que é muito preocupante e parece que vai agravando cada vez mais. Eh, foi mais um exemplo baixíssimo público de ontem no Maracanã. É um público muito ruim de se ver. E não só isso, né? É, é a própria, como eu disse, a conexão, a vibração de uma forma geral com um time que não toca o seu torcedor, com um time que não faz o seu torcedor vibrar. Isso aí é uma combinação extremamente complicada e que pode ser muito prejudicial em decisões que a gente vai ter aí pela frente. Enfim, a gente vai ficando por aqui e ao longo do dia a gente volta repercutindo mais, claro, dessa vitória sobre o Operário e de outras coisas importantes que teremos a tratar até esses próximos dias. Tem campeonato brasileiro. Semana que vem já tem decisão pela Libertadores. 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