Fluminense é surpreendido pelo Vasco e sofre primeira derrota em clássicos no Maracanã em 2023


De acordo com o vídeo publicado pelo canal Raiz Tricolor:

  • Fluminense foi derrotado pelo Vasco por 3 a 2, marcando a primeira derrota em clássicos e no Maracanã em 2023.
  • O time começou bem, chegando a abrir 2 a 0, mas apresentou uma queda de desempenho após o primeiro gol do Vasco.
  • A torcida vascaína predominou no estádio e exerceu pressão sobre o Fluminense.
  • A postura do Fluminense foi considerada frouxa e insegura, especialmente na defesa, com falhas individuais que resultaram em gols do Vasco.
  • O treinador do Fluminense, Zé Ricardo, fez substituições que não surtiram efeito positivo.
  • O Fluminense, mesmo dominando o primeiro tempo e criando diversas oportunidades, não conseguiu manter a vantagem e se mostrou cauteloso após os gols do Vasco.
  • A falta de experiência em clássicos, a insegurança dos jogadores e decisões tácticas questionáveis foram destacados como fatores para a derrota.
  • A partida gerou críticas em relação a contratações, com um jogador específico (Castilho) sob contestações por seu desempenho e custo.
  • O Fluminense perdeu a chance de agregar pontos importantes na disputa, crucial para suas aspirações de campeonato.

Assista ao vídeo ⚽️RIDÍCULO! PATÉTICO! VIRADA BIZARRA! | VASCO 3x2 FLUMINENSE | ANÁLISE.

Transcrição do vídeo

a análise pocket mais difícil de fazer do ano, tá? Ou talvez é mais fácil, depende do ponto de vista, é mais fácil de ter o que falar e e é bem pior do que o título que a gente perdeu no Carioca. análise pocket Vasco 3, Fluminense 2. Fluminense perde a sua primeira partida em clássicos no ano, perde sua primeira partida com a equipe titular no ano, perde sua primeira partida eh aqui no Maracanã, né, efetivamente no ano e uma derrota que tecnicamente não pode até em determinado momento, não dá para dizer no final do jogo, talvez a análise técnica de quem jogou mais, jogou melhor e tal, vai mostrar um Fluminense que criou, mas não, no final das contas foi uma derrota merecida na derrota que que procurou o Fluminense parece que procurou a derrota e conseguiu achar. Vamos lá, a gente vai detalhar aqui uma parte do jogo. Tem uns shorts aqui gravado muito mais no calor do momento. Se inscreve, deixa o like aí, vamos embora falar do jogo. Eu sempre tento ser muito sóbrio aqui na análise pocket, apesar de ser a primeira análise que eu faço já dentro do jogo. Eh, mas não tem como a gente não começar a análise de hoje pelo final do jogo. sempre tento fazer aqui uma sequência, mas não tem como, não tem como começar não começar pelo final do final pro início. A reta final do o jogo ele começa, para mim, na minha análise, ele começa no gol do Vasco, no primeiro gol do Vasco, o gol do 2 a 1. Um gol que acontece, um gol que acontece totalmente, totalmente, totalmente. O Fluminense no jogo de hoje, eh, os 2 a 0 construídos, que eu vou falar depois, e ele, ele, ele nesse momento, quando você analisa a parte do jogo, quando você vai analisar o segundo, o primeiro gol do Vasco, aconteceu e, e é um gol, o tipo de gol que acontece que em alguns momentos vão acontecer mesmo, você tá melhor na partida, vem um escanteio, a zaga corta, o Nuno Moreira acerta um chutaço, a bola passa do lado do James, o Fábio não alcançou, totalmente normal tomar um gol, tipo de gol desse e para isso tinha sido construído 2 a 0. a postura a partir dali. Aí é outra história, aí é outra conversa. Um o time do Fluminense, eh, e eu falei aqui na no shorts, foi um time frouxo, foi um time que se afrouchou, que tremeu num jogo grande. Aí você vai falar: "Pô, Gabriel, mas teve outros clássicos no ano, teve outros jogos grandes no ano?" Beleza, mas nenhum tinha um ambiente tão complicado quanto no jogo de hoje, de uma maioria total de vascaínos na arquibancada. Eu chutaria que dos 26.000, 27.000 que a gente teve aqui no Maracanã hoje, mais de 20 eram vascaínos, talvez mais de 22. Era uma diferença muito grande na arquibancada e de um de uma torcida que ficou em silêncio o jogo praticamente inteiro até esse gol. E isso ajudou muito o ambiente para esse Fluminense, porque o gol do Canobbio com um minuto deixa a torcida em silêncio e o o Vascan não teve um motivo para gritar antes disso, porque o domínio era inteiro do Fluminense, mas a partir do momento que os caras cantaram e nem era tanta coisa assim, como eu falei, o estádio tinha 20 e poucos mil, sobrou muito espaço na su na norte do Vasco, sobrou muito espaço na nos setores mistos e etc. Dentro do desse mesmo jogo, o time do Fluminense se apequenou. O Zube dia mexeu no time e aí a gente pode avaliar depois com um pouquinho mais de calma. Vou tentar rever o jogo para avaliar se o Flubia mexeu mal, mexeu bem, qual foi o olhar que se teve dentro taticamente. Mas a visão, primeira visão que eu tive aqui, posso estar equivocado, mas a primeira visão que eu tive aqui foi de um Fluminense que tava o jogo depois do primeiro gol do Vasco começa a ficar de ligação longa, começa a ficar preocupante porque o jogo fica agitado demais, fica muito exposto os dois times. Lútio cansado com Savarino cansado e Zia tenta mexer, né? Tenta colocar o Ganso para ter bola no pé. E o Fluminense não ficou com a bola no pé. A bola batia, queimava no pé dos jogadores do Fluminense, havia um um tremor em cada domínio dos zagueiros do Fluminense, um tremilique de pernas, como se hoje fosse uma final de Copa do Mundo e eles fossem jogadores do da quarta divisão do Campeonato Paulista, estivessem jogando pela primeira vez no estádio grande. E aí, nesse momento, o Vasco identifica, né, sente cheiro de o Renato Gaúcho, apesar dos seus pesares no Fluminense, tem uma coisa que não dá para para poder tirar de mérito dele. é um cara que é tubarão dentro de um jogo, sente cheiro de sangue e ataca, bota dois centroavantes, bota a gente dentro da área do Fluminense e começa a chutar bola para dentro da área. Percebe que os zagueiros estão inseguros, os zagueiros estão prontos para entregar, a defesa tá em segura, a bola vai bater e voltar. O o gol de empate do Vasco surge de um momento onde o Vasco ficou 2 minutos chutando bola pra área, a bola batia e voltava, chutava, a bola batia e voltava. O Canobio vai e faz uma falta boba até de certa maneira, uma falta que ele para a jogada só por parar porque o jogador do Vasco tava de costas, virado pro campo de defesa assim, qualquer chance de fazer o gol, mas faz uma jogada, para o jogo para tentar minimamente que o Fluminense parasse o jogo, parasse de tomar bola na área. Que que acontece? O Vasco bate a falta curtinha, a bola volta de novo do lado esquerdo e vem cruzamento pra área de novo. E aí a gente começa a a botar detalhes individuais também. Quando o Freitas ficou fora da partida, aliás, antes disso, no após no pós jogo contra o Atlético Paranaense, eu vim para cá e eu falei e às vezes eu falo coisas erradas, às vezes eu falo coisas certas. Essa o tempo me deu total razão. E no jornada, no meio da semana eu falei e o que que eu tô falando? O Fluminense contra o Atlético Paranaense tomou dois gols e depois de um determinado momento, o Freitas não passou a tá sempre no momento do erro. O Freitas erra jogo sim, jogo também. O Freitas era um problema pra zaga do Fluminense. A zaga do Fluminense é insegura com o Freitas. Mas isso não quer dizer que a zaga do Fluminense é segura sem o Freitas. No jogo contra Atlético Paranaense, que todo mundo mira só no Freitas e olha só nele, no erro do Atlético Paranaense, não toca de cabeça do da falta de tempo de bola do primeiro gol, a defesa tá completamente exposta. Na saída de bola que o Freitas sai errado no jogo antes do anterior, antes dali da final, se eu não tô enganado, o jogo contra o Vasco, o James fez várias desse tipo. O Fluminense não era um time inseguro na defesa só pelo Freitas. E a hora que o Freitas sai, isso fica exposto. O James jogou como um jogador que ele era há dois anos atrás da quarta divisão paulista ou há 1 ano e meio atrás, quando ele era do Vila Nova na Série B, ou no ano passado quando era do Miraçol. Parece que pela primeira vez que vi um Maracanã cantando contra ele, se tremeu inteiro. Subiu completamente sem tempo de bola no segundo gol do Vasco. O centroavante do Vasco já havia ficado, o Espinelli já havia ficado sozinho antes disso. O centroavante do Vasco estava sozinho. Cabeceador, um cara que o primeiro gol que fez pelo Vasco foi de cabeça, que ano passado fez 1 milhão de gols de cabeça, estava sozinho dená e ele cabeceia meio que de ombro, cabeceia errado. O James já havia falhado antes. Vem bola pra área e ele sobe todo torto. pior do que o Freitas contra o Atlético Paranaense, deixando o centroavante sozinho para empatar o jogo. Aí já tava errado. Mas o show de horrores começa logo depois desse gol. O Fluminense que dominou o jogo inteiro, que no primeiro tempo foi muito melhor do que o Vasco, exigiu o Léo Jardim fazer duas defesas, uma inclusive tá em cima dele que ele espalmou, Martinelli, JK, o próprio Lútio, dando uma assistência numa roubada de bola, numa atenção no início do jogo pro pro Canob fazer o gol. O Fluminense que era bem superior ao Vasco no primeiro tempo, dominou o primeiro tempo, que poderia ter saído com mais de 1 a 0 do primeiro tempo facilmente, que no segundo tempo quando rola a bola, faz uma troca de passes linda na frente da área, toque de letra, chute no ângulo que tinha transformado, como eu falei na narração, o jogo num baile pró Fluminense. Esse mesmo Fluminense quando toma o segundo gol, treme e decide que a partir daquele momento, mesmo tendo dominado o jogo inteiro, sendo tecnicamente superior, a partir de agora ia acontecer, sabe o quê? e segurar o empate. E aí, meu amigo, tem algumas vezes o futebol até tolera a frostidão, mas na maioria das vezes o preço vem muito rápido. O medo de perder tira a vontade de ganhar. Nesse caso, o medo de perder trouxe a derrota. Fluminense demorou, teve um lance muito sintomático, tava no início dos acréscimos, era falta na defesa pro Fluminense e o Fluminense demorou quase um minuto para bater essa falta, como se tivesse ainda ganhando o jogo, só que não tava. Tava com o quê? Com medo de tomar o terceiro. E aí o que que aconteceu? Sentiu cheiro de sangue na água. O Vasco veio para cima, pressionou, até que fez o terceiro gol de novo, inclusive com o Thigo Mendes subindo em cima do James. Ah, Gabriel, a culpa é só do James? Claro que não. Assim como eu falava aqui 200 vezes que a culpa não era só do Freitas, não é só do Igácio, a culpa não é só de ninguém, são 11 dentro de campo. E cada um deles contribuiu com uma pedrinha para poder construir esse muro de vergonha. Alguns com uma pedra um pouco maior, alguns um pouco mais decisivos. dejanso que entra para poder reter a bola. Não retém nenhuma. Passando pelo Guga do lado dele. A gente reclamou muito do Samuel na semifinal do ano passado, mas do lado dele vieram os cruzamentos pros gols desde o lado esquerdo com o Renê, não sendo aquela, né, a bola no segundo pau, o Renê tirava de cabeça, não tirou. O Fábio já tinha o Fábio, igual eu já já falei aqui, o Fábio antizenta, né? O Fábio, o gol do primeiro gol do Vasco surge de um milagre feito pelo Fábio, que o Andrés Gomes tava cara a cara com ele, driblando o René, inclusive até também o senhor Castijo. O Fluminense gastou 14 milhões de dólares num centroavante que beleza, escoroada para um lado, pro outro, mas assim, 14 milhões de dólares, esse cara tem que entrar e fazer gol, esse cara tem que funcionar. Gabriel, mas o ele não tem culpa do valor que pagaram para ele. Exato. Não tem culpa, mas pagaram, meu amigo. Pagaram. Então não encare que a crítica não é o Castilho, a crítica é a quem pagou 14 milhões de dólares. 14 milhões de dólares é um centroavante para vir resolver, meter o terceiro gol e acabar com o jogo. Isso aí, ó, comemorando assim, ó. Acabou, acabou, acabou. O Spinelli custou dois, empatou esse jogo. Ah, um jogo só. Não, não é um jogo só, custou dois. Eu tô falando de sete vezes menos. O que a gente viu aqui foi um monte de gente tremendo. Fluminense pareceu ter um time que sente falta de gente igual o Felipe Melo, igual o William Bigode. Jogadores que caso o Bigode nem jogou bem no Fluminense, mas parecia ter um mínimo de noção do que quer jogar um clássico. Perde três pontos. Time que quer ser campeão não tem derrota desse tipo, não, tá? Normalmente não tem. Se eu elogiei muito o jogo quanto o Atlético Paranaense falando: "Time quer ser campeão arranca dois pontos". Mesmo quando parecia perdido, arranca dois pontos. perdeu três hoje. Não perdeu dois não, igual seria no empate. Perdeu três porque a vitória tava na mão. É o Zubel vai precisar explicar tecnicamente, taticamente, enfim. Valeu,