Last updated on

Pais relembram despedida emocionante do filho em centro de treinamento de futebol


De acordo com o vídeo publicado pelo canal Raiz Tricolor:

  • O vídeo retrata um momento emocional de uma pessoa ao lembrar da primeira vez que deixou o filho em um centro de treinamento de futebol.
  • A situação ocorreu em 26 de março de 2018, quando o filho, com 14 anos, partiu para seguir sua carreira no futebol.
  • O pai compartilha que foi um momento difícil deixá-lo, mas que acredita ser parte do caminho certo para o filho.
  • O pai sempre deu suporte e acompanhou o filho nos jogos desde pequeno.
  • A família possui uma forte conexão emocional, com o pai e a mãe acreditando no potencial do filho.

Assista ao vídeo 😭EMOCIONANTE!!.

Transcrição do vídeo

Agora o momento de um choro escondido. 26 de março de 2018. Primeira vez que eu estive no emer chegou de um jogo de Volta Redonda por volta das 9 horas tava no portão esperando. Nós somos ficou pousada. Ficou uns três dias mais ou menos, por volta de umas 9 horas da noite mais ou menos. Ele pegou as coisas dele, arrumou. Eu ia sair na madrugada umas 3 horas da manhã e nós saímos pela rua de Xeném. Eu fui até perto do CT, ele falou assim: "Pai, pode voltar daqui? Eu vou". Ele com uma mochila nas costas. Eu quase pedi para ele colocar comigo. Eu tenho essa foto, ele não viu. Ele procitei e eu voltei pro alojamento. Um momento muito, mas muito difícil. deixá-lo ali. Grande beijo. Deus te abençoe e continue. Eu sempre falo para você, se tiver muito, mas muito difícil, você tá no caminho certo. >> Você sabia dessa lembrança do seu pai? Não, essa foto não. Eu saí de casa, tinha 14 anos e e antes disso, o meu pai sempre foi um, minha mãe também sempre me apoiou muito, mas quem sim ia levava pros jogos era meu pai. eh, que fazia correria comigo, levava para cima e para baixo. Eh, sempre tava [música] na beira do campo quando era moleque. E aí quando eu vim para cá, a distância via poucas vezes minha família no ano, é o cara que eu, se eu tô aqui, é ele que sim, que que acreditou, foi quem mais acreditou em mim junto com a minha mãe. Então,