Renato Gaúcho reconhece erros decisivos após derrota do Fluminense para o Bahia na Copa do Brasil
De acordo com o vídeo publicado pelo canal Canal do Lessa:
- O Fluminense não está eliminado da Copa do Brasil, e ainda tem chances de avançar para as semifinais, apesar da derrota por 1 a 0 contra o Bahia.
- O confronto foi bastante equilibrado, com a posse de bola e finalizações iguais entre as duas equipes.
- O Fluminense falhou devido a erros de concentração e falta de foco, o que resultou na perda de um gol no final da partida.
- O treinador Renato Gaúcho afirmou que o time jogou melhor e teve mais chances, mas reconheceu que erros individuais foram cruciais para a derrota.
- A análise pós-jogo destaca uma falta de articulação efetiva no meio-campo, que forçou o time a usar mais as laterais, onde o Bahia se mostrou defensivamente forte.
- Renato também mencionou que a responsabilidade é compartilhada entre jogadores e técnico, com um foco em corrigir falhas antes do próximo jogo.
- A próxima partida em casa, no Maracanã, é vista como uma oportunidade forte para o Fluminense reverter a situação e buscar a classificação na Copa do Brasil.
Assista ao vídeo 😡COBRANÇAS FORTES! DE QUEM FOI A CULPA?! RENATO DISPAROU CONTRA ERROS! ISSO NINGUÉM VIU! TA VIVO!.
Transcrição do vídeo
Bom, vamos lá. Para começar, não tem nada definido, não tem nada resolvido, não tem nada acabado, ou seja, não tem terra arrasada. O Fluminense está mais do que na briga para chegar nessa semifinal de Copa do Brasil. Ficou mais difícil? Ficou tão difícil quanto a gente já imaginava que seria. Afinal de contas, o Bahia tem um time qualificado, é um time que tem muita força quando joga em casa, quando joga empurrado pelo seu torcedor. E o Bahia tinha um grande objetivo que era conseguir pelo menos uma vantagem mínima pro segundo jogo no Maracanã. E o Bahia conseguiu essa vantagem, que também não dá para dizer que é surpreendente, que é algo que nossa, se a gente não for lá e ganhar o jogo na Fonte Nova, acabou. No Maracanã não tem chance. Muito pelo contrário, né? É uma vantagem que num confronto equilibrado como esse, para mim, esse Fluminense e Bahia é um confronto muito equilibrado. Ter a vantagem do empate no segundo jogo é algo significativo, mas tá longe de ser algo definitivo. Então o Fluminense ele vai decidir a classificação pra semifinal da Copa do Brasil em casa, onde também é muito forte. E sim, tem muitas possibilidades para se chegar a essa semifinal. Agora a gente tem que analisar o que aconteceu aqui hoje na Arena Fonte Nova. E é mais um jogo que o Fluminense perde para si, perde pelos seus erros, perde pela sua falta de concentração, falta de conexão, falta de foco. E aí a gente vai entrar num tema extremamente repetitivo, que está já mais do que cansativo para o torcedor, que quer ouvir mais, que quer ver mais ações para resolver o problema do que explicação, porque explicação por explicação não tem muito. Como você explica um time que tá fazendo um jogo até melhor do que o adversário no geral? Quando o Renato diz na coletiva que o Fluminense foi melhor que o Bahia, eu discordo no grande parte do jogo, mas ele ele criou mais oportunidades claras até do que o Bahia e poderia ter saído aqui também com com uma vitória. Eu acho que o empate seria talvez o resultado mais justo pelo que foi o jogo no geral. Então não acha um erro de avaliação ou um exagero de de avaliação por parte do Renato. E justamente por isso que a gente lamenta e fica revoltado, porque o Fluminense levou um gol já no finalzinho da partida por pura falta de atenção. E aí, desculpa, não dá para um time do nível que o Fluminense tem, com os jogadores que o Fluminense tem, jogadores experientes, jogadores vencedores, não todos, mas muitos, não dá para levar o gol que o Fluminense levou aqui na Arena Fonte Nova. A gente vai tentar, a gente pode debater aqui quem tem mais responsabilidade são os jogadores, é o Renato, que é o treinador. Mas o Renato não tá lá dentro do campo tomando a decisão, mas ela é o responsável. Eu vou falar mais especificamente sobre isso quando eu vou trazer a palavra aqui do Renato e comentar em cima daquilo que ele disse na coletiva, até porque muita gente pode não ter assistido, enfim. Mas o jogo no geral, se a gente pegar as estatísticas, você pode ver lá, a posse de bola foi igual, as finalizações, número de finalização foi igual. O Bahia só no final do jogo conseguiu fazer aquela pressão ali depois justamente da do erro cometido pelo Fluminense. Mas no geral o Bahia começa melhor a partida até os 23, 25 minutos mais ou menos. Tem um domínio territorial com o Fluminense com eh tendo muito mais presença no campo ofensivo do que o Fluminense e com uma estratégia muito clara, né? É, o Rogério Ceni ganha o meio de campo. Foi o que eu falei antes do jogo. Olha, jogar com esse tripé de volantes, se você perde o meio, tá lascado porque vai facilitar muito a marcação do adversário, que vai ter superioridade no sistema defensivo em cima do dos pontas, dos atacantes e aí fica muito difícil a criação. Então, o Bahia eh, quando tinha a bola posicionava quatro homens lá na frente, o Cauli, Víor Ribeiro, eh o Willan José e o Caí, por outro lado, pesava muito a última linha de marcação do Fluminense e fechava muito o meio na marcação, marcando a série de bola e depois fechava o meio. Isso fazia o quê? Obrigava o Fluminense a jogar pelos lados, sempre com Canobio ou com Serna. O Serna era uma válvula de escape, mas não conseguiu levar vantagem no enfrentamento. O Canob fez um bom jogo no geral para mim, mas perdeu a grande chance que o Fluminense teve no jogo e isso tem um peso. Então o Fluminense teve, não tinha muito jeito, sem criação pelo meio, por dentro, tinha que sempre sair pelos lados. E aí o Bahia estava preparado para conter a subida do Fluminense. Não conteve nesse lance com Canobio em que o Everaldo sai para fazer o pivô, consegue fazer o pivô, a jogada se desenrola, o Canobi na frente do goleiro e acaba perdendo uma grande chance, desperdiçando ali uma grande chance. No primeiro tempo ainda teve um gol anulado no Serna no impedimento. Então o Fluminense começou mal o primeiro tempo, o Bahia teve mais domínio e depois dos 25 minutos ali a coisa foi mudando e o Fluminense termina bem o primeiro tempo. Muito melhor do que no início e melhor do que o Bahia na minha opinião. Vem o segundo tempo e o Fluminense começa aí inverte. O Fluminense começa com mais pressão, pressionando mais. Tem uma cabeçada do Oliveraldo que vai para fora. Depois tem uma outra. Agora eu vou, não sei se foi Lonato alguém que finalizou também foi uma bola perigosa. Isso ali com 5 minutos e parecia que o Fluminense ia tomar conta daquele início ali do segundo tempo. Foi uma pressão inicial interessante, mas depois eh o time foi ficando mais desgastado, foi ficando mais cansado, aquela aquela pressão foi se esvaindo e o Bahia aos poucos foi eh mesmo sem criar grandes chances, foi retomando o controle. E aí, se vocês observarem, eh, não era uma atuação perfeita do Fluminense, longe disso, mas o Bahia não conseguia criar assim chances claras, não criou, só foi criar depois dos 30 minutos. Mas eu vou chegar lá porque com 15 o Rogério já começa a mexer. Tira o Ira José, coloca o Lútio e coloca o Pulga, que é um jogador que infernizou o lado direito de defesa do Fluminense em cima do Guga, que é um cara que pega, vai para cima o tempo inteiro, incomoda demais, habilidoso e realmente ficou mais difícil a partir disso. Mas de novo, o Fluminense depois de um de um de um certo momento conseguiu controlar conseguiu controlar o jogo. Só que aí é uma coisa que já irrita todo mundo há muito tempo. O Renato vendo o time cansado em campo, vendo o time pedindo socorro, não mexeu, não mexia de jeito nenhum e só foi mexer aos 30 do segundo tempo, praticamente aos 30 do segundo tempo, quando o Rogério já tinha trocado quatro jogadores. Isso não se converteu, obviamente, é, necessariamente, imediatamente em chances e uma grande pressão do Bahia, mas é claro que você vai pegando aos poucos volume, vai tendo controle e o Fluminense não atacava mais. Aquele momento já não atacava mais. O Renato mexe no time, faltando praticamente 15 minutos para acabar o jogo, que é quando ele empatando a gente sabe, ele não vai para cima, ele vai segurar o resultado. colocou o seu teto, que eu acho que até que entrou bem, fez ali algumas jogadas, gerou alguns lances perigosos, inclusive no lance, no pênalti que foi marcado pelo pelo pelo Klaus e depois anolado pelo Vargou, Wagner Hilwei, que aí o que eu falo é um lance que realmente o cara é vai com braço colado no corpo e tal, mas tem vários e vários lances que são a favor do Fluminense, ou seja, para pro VAR entrar em ação e anular e não anulo. É impressionante como contra o Fluminense não é choro de perdedor, mas é um fato, cara. Contra o Fluminense o Vasco sempre funciona. Quando a favor desaparece. É incrível o negócio. Mas beleza, o pênalti foi foi anulado, OK? E foi logo depois do gol. E aí a gente vai entrar eh no ponto mais sensível. Para além da demora do Renato Mexer, demorou muito, mas muito. É irritante isso. O Fluminense hoje tinha todo o elenco à disposição. Reforços. A, ele bota Costa. Faltando 2 minutos faz menor sentido a substituição. O Moreno que chegou agora, enfim, tinha todo o grupo à disposição, literalmente. E o Renato vai mexer no time somente com 30 do segundo tempo. OK. E aí sai o gol. E é o que eu falo, como que você explica? Como que você explica? O o primeiro Freit está lá com a bola dominada, sai arrancando que nem o maluco podendo tocar a bola, perde a bola, tenta fazer a falta. Aliás, partida horrorosa do Freites, né? Do início ao fim. partido, uma das piores partidas dele com a camisa do Fluminense. Perde a bola, o Bernal vai lá e faz o certo. A única coisa certa nessa jogada é a falta do Bernal. Faz a falta e aí depois simplesmente todo mundo fica olhando pro nada, todo mundo dorme. E é inadmissível se acontecer num jogo como esse. Mas é que eu falo, isso tá acontecendo frequentemente, sistematicamente. Uma hora vai ocorrer num jogo decisivo. E aí, amigo? E aí você não tem como recuperar, porque esse gol pode eliminar o Fluminense, dependendo de como for o jogo da volta. E não dá para levar um gol como esse. Não dá. Os jogadores não podem levar um gol como esse. E um dos protagonistas é o Thiago Silva, que é um ídolo, é uma referência, é um cracaço, mas tá completamente perdido ali. E o que mais assusta, cara, não é que a falta acontece e o cara pega a bola e pum, imediatamente dá um passe, pega todo mundo de surpresa. Não, a falta acontece. O solteiro dá um toque na bola pro lado, a bola é devolvida pro jogador do Bahia. que pisa, se posiciona, olha o Juba, a parte do meio de trás do meio de campo, passa na frente de todo mundo e simplesmente pega a bola. Aí o Guga, que é o único que percebe de fato movimentação, vai na cobertura, chega destrambelhado no lance, leva o corte do Juba, depois ele bate a bola ainda desvia no próprio Guga para matar o Fábio. Uma bola que ia para fora. Além de tudo, além da incompetência, o azar, a sorte acompanha os competentes e às vezes a incompetência acompanha a o azar acompanha os incompetentes. Acontece e assim, é é muito revoltante. Não, o que eu falo não é atuação, não é a postura do time em campo, porque enfrentou o adversário qualificado. É levar um gol dessa forma e depois aí aquela reta final ali é um é um pavor, é desesperador, é terminar o jogo agradecendo por ter acabado por uma a partirda 1 a 0, porque depois o Pug ainda pega uma bola igualzinho, lançamento, passa no meio dos zagueiros, todo mundo olhando de novo, o Thiago Silva tá ali e ele domina a bola e quase faz o segundo gol. Não dá, cara. Não dá. Time que quer ser campeão, time que quer ser decisivo, que quer chegar lá uma final, quer levantar a taça, não pode levar os gols que o Fluminense vem tomando. Desculpa, não dá. Não dá. E aí, de quem é a responsabilidade? Bora ver o que o Renato disse na coletiva e a gente comenta em cima justamente em relação a isso. Bom, eu sempre assumo minhas responsabilidades porque eu sou comandante e tô aí no dia a dia para corrigir o máximo dos jogadores para que esses erros não aconteçam. Eu tenho conversado com eles, tenho mostrado no vídeo. Dificilmente o adversário tem méritos, não são todos, lógico, mas tem méritos para fazer gols na gente. Realmente, em determinados momentos, eh, tá faltando esse foco para que a gente não tome esses gols no futebol. O outro dia eu vi o o Pris, o goleiro que hoje ele é comentarista falar, a gente aprende também todo dia. Há um tempo atrás ele fala uma coisa que eu guardei e eu eu concordo plenamente. O treinador ele trabalha o time dele a semana toda, o sempre que possível no dia a dia. Mesmo tendo um jogo a cada três dias. Ele treina, ele corrige, ele fala, ele mostra o melhor caminho, lapida o jogador, enfim, faz todo o trabalho dele. Aí, deixa eu falar uma coisa na tua pergunta. 30%, 25%, 35%, 20% que seja, são os jogadores dentro do campo. São os jogadores dentro do campo. O treinador e ninguém tá tirando ninguém aqui da da reta. O treinador faz o trabalho dele, os jogadores têm a responsabilidade deles também lá dentro do campo, porque se não for assim, bom, aí como que o jogador não vai ter suas responsabilidades também? Então a gente vem cometendo erros, eu venho corrigindo erros sempre, mostrando para eles da melhor forma que assim, então a gente tem tomado alguns gols que não poderíamos ter tomado numa desatenção de um, de dois, de três e o adversário não tem perdoado a gente. Isso é a resposta da tua pergunta que eu vou te dar. Então o meu trabalho, o trabalho da comissão técnica, ele continua. Não é aqui em qualquer clube, é assim, qualquer clube, o nosso trabalho é corrigir. Ponto. Isso é uma coisa. Na outra, eu vou agora dando sequência nessa tua pergunta aí, falar com o meu time. Foi melhor que o time do Bahia hoje, jogou melhor, mereceu a vitória. Nós enfrentamos uma equipe que tá entre os quatro melhores do Campeonato Brasileiro, uma equipe que tá invicta aqui já há muito tempo, uma equipe muito boa, muito bem treinada, SAF. contrato jogadores porque tem esse poder aquisitivo e o meu time jogou aqui foi melhor do que o Bahia. Nós tínhamos uma partida de 180 minutos, onde nós jogamos os primeiros 90 minutos a cada adversário e fomos melhores. Tudo bem que você vai falar o que vale bola na rede, o que vale é o resultado. Concordo também o que vale é o resultado. Sendo isso, eu quero falar o seguinte, nós temos mais 90 minutos agora pra gente jogar no Maracanã, em frente à nossa torcida e temos todas as condições de reverter o placar. Se nós jogamos bem aqui, fomos melhores com o adversário, tivemos as melhores oportunidades, pode ter certeza que lá nós temos mais 90 minutos pra gente fazer o nosso dever de casa. Não, você não pode falar que o time tem se desconcentrado hoje. O time não se desconcentrou hoje. Hoje não foi o time. Foi um jogador só. Não, eu tô perguntando só. Não, tudo bem. Eu tô falando que foi um, dois jogadores no máximo. Então o time tava fazendo uma belíssima partida, como eu falei, a a desatenção hoje, só que aqui quando um ganha ganha todo mundo. Quando não perde, perde todo mundo. Então quem entende futebol, quem vê futebol, conhece futebol, vê onde que tá falha. Nós somos profissionais que eu sei onde que foi a falha, entendeu? Mas eles tem que cobrar dentro de quatro paredes. Aí você fala assim, o no negócio dos 30% do treinador não são os 30%, 70% durante a semana, mais ou menos 70, 75, 65, por aí os 25, 30 são dos jogadores e ninguém tá botando a culpa nos jogadores. Os jogadores também tem que ter a responsabilidade de Deus. Tanto é que eu tô te falando, meu time foi melhor, tivemos as melhores oportunidades, mas falemos num lance e o adversário não perdoa. No futebol eu falo para eles, eu conto duas, três historinhas para eles. Uma delas é o seguinte: ninguém pega o filho de 2 anos, 1 ano e meio, vai no shopping, sai andando e das costas do futebol é a mesma coisa. Você não pode as costas pra bola. Você tem que tá ligado, tem que tá focado o tempo todo. Eu falo para eles, eles têm tudo. Presidente tá aqui, não é porque ele tá aqui. O presidente dá tudo para eles. Merecidamente eles têm tudo. Agora num 1 hora e meia eles têm que dar o máximo, tem que ter a entrega, tem que ter o foco por tudo que eles têm na vida. Nessa 1 hora e meia tem que ter a entrega. Eles têm que dar em troca pro clube tudo que o clube proporciona para para eles. E quando digo em tudo, é exatamente esse foco dos 90 minutos. Vacilamos num lance praticamente o último penúltimo lance do do jogo, na hora do gol, tomamos o gol. Mas nem por isso vamos falar que tá tudo errado, né? Foi uma derrota numa equipe que tá no G4. Como falei, os primeiros 90 minutos foram jogados e agora não temos mais 90 minutos no no Maracanã. Se o Fluminense tivesse brigando no momento contra o rebaixamento e tivesse tomado de três hoje aqui do Bahia, ah, tudo bem, a coisa poderia estar errada. Não é o caso, né? O Fluminense tá muito bem na Sul-Americana, tá andando bem no Campeonato Brasileiro e tá muito bem na Copa do Brasil. O jogo de hoje faz parte do futebol. Tivemos oportunidade, não fizemos. Eles tiveram menos oportunidade, fizeram. vacilamos. Não tem que vacilar, não tem, tem, tem que ter o foco. O foco enquanto ele não aptar, tem que estar focado. Você não pode desfocar, é aquele segundinho, a coisa vai acontecer e acontecer. Bom, tem alguns pontos aí que são pontos complexos pra gente debater. Eh, eu concordo com o Renato até um certo ponto de que, obviamente, ele como treinador, ele tem uma responsabilidade que vai até um certo limite, que dentro de campo são jogadores que tem que fazer, que tem que tomar a decisão. Isso tá certo. O jogador tem que ser cobrado mesmo. Tem que ser cobrado mesmo. E a gente cobra. Mas só que quando é algo isolado, pô, aconteceu isso aqui, depois, pô, aqueles cinco jogos, acabou acontecendo de novo, mas é recorrente. Isso acontece de maneira tão recorrente. O treinador, por mais que não seja oculpado no lance em si, obviamente ele não tá em campo, mas ele é o responsável. O Renato é muito bem pago para identificar esses problemas, como ele ele ele identificou no jogo contra o Bragantino, ele fala: “Olha, eu percebi no aquecimento que tá todo mundo que que ninguém tá concentrado no jogo concentrado no jogo”. Então, pera aí, pô. Então tira quem não tá, porque não dá. Aí ele fala: “Ah, mas não foi o time todo nesse jogo, foi nesse gol, foi um ou dois, três, beleza, basta, basta um, basta dois, basta três.” Só que acontece, às vezes é o time todo, às vezes é um ou dois, não importa. A questão que tá acontecendo e o Renato não tá dando jeito nisso e ele é o responsável pela equipe. Ele é o responsável. E aí ele fala da forma como ele falou que os jogadores tem que dar retorno ao clube, que o clube investe, que o clube dá toda estrutura, que eles têm que se ligar, eles têm que ter atitude, eles têm que E aí a gente vai para um outro lado que eu de novo concordo, tem que ser cobrado. Aliás, eu tenho um trecho coletivo, o Renato fala: “Ah, mas vocês cobram muito jogadores de futebol. Desculpa, Renato, você, seus jogadores ganh muito para muito bem para isso e são cobrados à altura, porque também veste tem uma grande camisa. Quem não quer ser cobrado é só jogar em tipo pequeno. É só talvez, sei lá, diminuir o salário em 10 vezes. Aí não vai ter cobrança. Aí não vai ter cobrança. Você tem toda a estrutura, tudo à disposição do bom e do melhor, além de ganhar um salário acima de da média de toda sociedade para entregar resultado, para entregar desempenho. É óbvio, o ser humano é falho, todo mundo vai falar. É óbvio, claro, todo mundo vai falar, mas não dessa forma. Não dá para ser dessa forma, do jeito que vem acontecendo. Então, sim, o Renato tem a sua responsabilidade, porque ele é o comandante. Sim, os jogadores precisam ser cobrados. Agora esse discurso do Renato, todo jogo falar responsáveis são eles. Eu avisei, eu falei e jogando sempre para cima do elenco, sempre para cima dos jogadores. Isso uma hora vai dar problema se já não estiver dando problema, porque o jogador é é frágil, é sensível de futebol. Eh, ganham salários desobertantes, né? Tem tudo do bom de melhor, mas são sensíveis. Eu, isso às vezes me revolta, mas é a realidade. Não é uma questão de opinião de si. Talvez é um fato. Jogador não gosta disso. E aí vamos ver até quando essa postura do Renato até quando não vai incomodar. Cego já não está incomodando porque é um problema que tem erro, todo mundo tá vendo os jogadores que errou, a gente tá vendo. Agora ele como comandante do time tem que arrumar um jeito para isso. Enfim, é o que eu tô falando. Vou ter jogos que você vai passar em branco. Tem jogos que não que não serão decisivos, mas mata mata não dá. Não dá para para cometer esse tipo de erro. Mas assim, poderia ter sido um resultado melhor. Fluminense poderia ter saído daqui no mínimo com um 0 a 0, mas está mais do que vivo. Tem time para inverter essa situação, tem qualidade para fazer isso no Maracanã, tem futebol para chegar, se impor e fazer resultado e chegar nessa semifinal de Copa do Brasil. Quanto a isso, não há dúvidas, mas a gente tá avaliando o que aconteceu hoje na Arena Fonte Nova. O que aconteceu hoje aqui já aconteceu em vários outros jogos e pelo visto é um problema ainda, é um problema, problema sem solução. Beleza pessoal? É isso. A gente já ficando por aqui. Claro, voltamos ao longo do dia, já retornando aqui de Salvador. Domingo já tem um Santos Savila Belmiro com muito mais do que aconteceu aqui na capital baiana. E claro, todas as informações do Fluminense, tem muita coisa acontecendo, eu vou trazer aqui para vocês. Um abraço. Esquece não, deixa aí seu like, seu comentário, se inscreva aí no canal. Estamos vivo. Semana que semana que vem não, depois da FIFA a gente vai buscar e se Deus quiser, conseguir essa vaga na semifinal. Ja.